Quem sou eu

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Pátria, Amada, Brazil
Apenas um rapaz, um rapaz que não tem medo de mostrar seus sentimentos, aliás, tem orgulho. Amor não é algo para ser guardado oculto dentro de nós, mas sim dividido com o mundo, pois o amor está em falta ultimamente...
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Maldita cidade




Suas luzes pintam as nuvens com um alaranjado brando, imitando descaradamente a beleza do pôr-do-sol; ofuscando o brilho das estrelas e deixando o céu morto, vazio.
Sua gente se esconde na própria ignorância isolada do mundo; mais parece o povo de uma província atrasada.
Suas ruas pulsam com a podridão de seus dirigentes imundos, exalando o hálito pútrido de todos aqueles que ousam proferir seus nomes.
Seus contrastes e hipocrisias envergonham todos os (raros) cidadãos de bem; carroças e luxuosas limusines dividem o mesmo asfalto cheio de cáries.

Esta é minha maldita cidade que, além de tudo, está longe da cidade Dela... Longe de mais para saber o quanto. Perdido no mapa eu tento encontrar o caminho que me leve (finalmente) até Ela.

09/12/11 – 19h 19min

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Álbum de mentiras





Tudo que tenho são fotos e um punhado de palavras. Não me deste mais nada. Resta-me olhá-las e acreditar, que em algum lugar, tem alguém a me esperar.
Estas fotos podem ser poucas, mas são únicas.
Estas palavras podem ser curtas, mas são sinceras.

Queria montar um álbum com nossas recordações, mesmo que inventadas por minha insanidade. Sonhos que cruzam a linha da realidade e se tornam lembranças falsas.
Quero acreditar que estivemos juntos em outros invernos. Crer numa mentira forjada nos confins da minha loucura.
Uma mentira tão real quanto você; não posso vê-la, mas posso senti-la.

02/12/11 – 00h39min

sábado, 29 de outubro de 2011

Inspiração




Como uma árvore acenando com a brisa um leve adeus para o Outono que se vai, ainda despreparada para o Inverno que promete castigar. Eu vou perdendo minhas folhas, pedaços de mim se desprendem e voam sem rumo.
Minha paixão e inspiração são apenas mais duas folhas mortas em meio à chuva da muda. Fico restrito a orar que um dia chegue a Primavera.
Os ventos quentes da mudança, do florescer. Tenho que sobreviver na penumbra do campo se quiser ver o Sol nascer em mais um equinócio.

Parado e firme com minhas raízes fincadas em minhas crenças e ideais. Aguardando ansioso o dia que meu amor aparecerá, trazendo as pétalas, os perfumes e a vida de volta à minha casca fria.

19/10/11 – 17h06min

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Diga-me o que quero ouvir




Teus olhos são como espelhos onde enxergo as coisas como elas não são, emoldurados pelos cílios de um anjo caído, que fisga tanto o olhar quanto o coração.
Ilusão divina que ofusca a visão. Contradição maldita me leva à tentação.
O vermelho vivo dos teus lábios a brilhar, chamando meus desejos para afogar minha vontade e minha saudade.

A mistura dosada de perfume e suor nos lençóis entrega sem medo nossa última noite juntos.
As fotos que tiramos e que ainda registraremos de cada momento. Recordações valiosas que sirvam de exemplo para o mundo que o Amor existe, sim.

Não se classifica como egoísmo virar as costas para tudo e todos e dedicar-se somente a quem amamos. Trata-se apenas da realização de um sonho. “Apenas”... Palavra vulgar para designar algo tão importante.

Verbalizar sentimentos é tão fútil... Afinal, é uma tentativa frustrada de ter meu coração aberto e exposto numa mesa para que entendas o que sinto.
Às vezes considero seriamente em desistir.
Correr até a sola de meus sapatos partir. Até meus pés sangrarem. Até meu corpo vazio cair no chão, enquanto meu coração ainda te persegue. Até te encontrar...
Só então poderei me matar naquilo que tira minha paz. Livrar-me de cada palavra dita.
Antes que minha angústia tenha um fim, diga-me se sente o mesmo por mim.
Se não, que faço aqui?
Diga-me o que quero ouvir!

05/10/11 – 16h32min

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Refletir e chorar (minha rotina)





Meu rosto é só mais uma máscara feia, vazia e inexpressiva. Não sei demonstrar minhas emoções através de gestos, olhares, sorrisos ou prantos. Sou o mesmo. Feliz ou triste? Como estou? Você jamais saberá.
A única maneira que encontrei de externar meus sentimentos é escrever.
Acostumei-me com a segurança de me esconder atrás de uma mesa e rabiscar o papel com pensamentos e desejos.
No cair lento de cada lágrima por mim derramada um pedaço de minha máscara se vai... Pois nos momentos de solidão eu abandono meu semblante falso  e parado para mostrar o que realmente se passa dentro desse espaço aparentemente vazio no meu peito.
Arrastando-me até meu ópio.
Arrastando-me até você...

A marca do seu beijo carimbada nos meus lábios. Aquele perfume doce que eu guardo de lembrança em minhas melhores roupas. Seu rosto tatuado no meu estampado em meu coração.
Lembretes do que eu já fui uma vez – feliz.

Minha rotina é lembrar como era; imaginar como eu queria que fosse; lamentar o que nunca será.




27/09/11 – 19h56min

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Açoitado pelo amor



Antes tudo era tão simples, eu apenas existia. Só assistia a vida passar. Mas assim que você apareceu, eu comecei a viver.
Você mudou tudo. Para melhor? Para pior? Não importa. Só não quero voltar a ser o que eu era antes.
Não serei mais um qualquer declamando frases doces, cantando canções de amor banais, com palavras de um conquistador barato. Quero ser muito mais que isso para você.
Nós dois já sofremos o suficiente para encher milhares de vidas de dor, por isso eu suplico: acredite em mim quando disser que te amo.

Mas, por enquanto, sou obrigado a mentir para mim mesmo sobre o que sinto, só assim posso agüentar uma vida sem você! Caso eu comece a repetir o quanto você significa, não suportaria mais viver.

Eu costumava te querer, mas agora eu preciso de você.

Vou apodrecer de tanto esperar... Esperar por um amor impossível, algo realmente incrível, esperar por você, até apodrecer.
Quando você surge num pensamento ligeiro, correndo por minha mente, tenho meus únicos momentos de serenidade. Breves demais para aproveitar.
A única coisa que eu gostaria de entender é: você.

Ainda pensa nele?
Pois eu sim, mas não como rival ou ameaça.
Penso nele como um sortudo. Algo que temo nunca ser...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Alimentando a dor



Há horas que sentimos a necessidade de nos fazermos de vítimas. Precisamos de um pretexto para derramar uma lágrima e reafirmar nossa condição de meros humanos.

Teu beijo me envenenou; depois dele minha vida perdeu totalmente o gosto.
É fácil ver que não consigo te esquecer, basta olhar para o sorriso sínico e ingênuo do meu coração, que acredita não precisar mais de você para ser feliz. Pobre tolo.
Sempre fui um observador distante de sua beleza. Nunca tive efetiva coragem de me aproximar e ser quem eu queria que você conhecesse. O medo de perdê-la me prendia a um comportamento repetitivo e desconfiado.
Você era meu trunfo, minha vida. Você era minha. Será mesmo?
Dizem que só damos valor às coisas que temos depois que as perdemos. Eu te supervalorizava antes e depois de tudo acabar.
Agora vivo um Déjà Vu do que uma vez fomos. Memórias, momentos, mentiras.
Ainda canto as músicas que costumavam tocar quando estávamos juntos. Lembro-me de cada palavra dita, cada gesto e cada olhar. Cegamente fui guiado mais e mais dentro dessa insanidade chamada Amor. Sem notar a fria realidade por trás dos teus olhos falsos.
Não importa onde eu tente me esconder, esse sentimento continua a me assombrar.
Ouço vozes na minha cabeça e tudo o que fazem é reclamar. O que eu não faria para ter a mente apagada? Calar todos esses que enchem meu pensamento de idéias erradas, jogar fora todas as nossas lembranças juntos, da mesma maneira que você fez.
Recordações cruéis, que oprimem e cobram de mim justo aquilo que perdi.
Eu não minto; minhas verdades que são difíceis de aceitar.

Não é saudade o que sinto, pois não posso sentir falta de algo que nunca tive.

21/07/11 – 01h 39min

domingo, 10 de julho de 2011

Vagando sem rumo, pensando em tudo



Sabe qual é a única coisa que não pode ser roubada de nós? Nosso bem mais precioso, íntimo e oculto? Nossas idéias. Uma vez postas em nossas cabeças, cabe a nós mesmos tirá-las.
É impossível pedir que alguém esqueça de algo por nós, ou retome uma lembrança perdida. Nossas mentes são nossos únicos espaços de privacidade plena.
Por isso sofro, você não sai de minha mente. A imagem de seu sorriso envergonhado repetindo freneticamente através de minhas memórias, aquela sua frase curta, porém forte, ainda me deixa sem fôlego – “eu te amo” –, a esperança de um dia poder sentir o toque de sua pele macia me traz lágrimas nos olhos todo dia.
Expectativa é um pensamento traiçoeiro, pois ela limita nossas esperanças à uma idealização que muitas vezes não condiz com o real.
A imaginação nos trai, porque quanto mais nós criarmos um mundo só nosso mais ele se afasta do concreto.
Sonhos... São apenas devaneios da mente. Necessidades de vagar por entre anseios e desejos. Sempre dói ao notar que tudo aquilo que vimos, tocamos e sentimos, não passara de uma noite de sono como outra qualquer.

Falta de realidade é o que nos motiva a continuar vendo o mundo à nossa maneira, sempre lindo. Não queremos o real, o normal, o comum. Queremos algo mais... Além.
Por isso lhe asseguro que a única coisa que ainda me falta para que possa considerar minha vida completa é você. Um sonho que espero nunca se tornar realidade, pois deixaria de ser perfeito.

10/07/11 – 23h11min

terça-feira, 21 de junho de 2011

No meu velório...





Um dia de sol escaldante, o canto dos pássaros nos envolvia. As pessoas na rua, despreocupadas, como se nada tivesse acontecido, mal sabem que alguém entre elas se fora hoje. Afinal, só um não fará a menor diferença, certo? Só fará quando for você aquele prestes a partir. E chegara minha vez.

Num típico funeral o que se espera? Chuva, dor, saudade, comoção, lágrimas?
Não hoje. Pois nesta manhã quente não via-se nada disso.
As carreatas que acompanham os amados mortos me esqueceram.
No meu velório só estão presentes os funcionários da funerária, pagos apenas para despejar meu corpo num buraco.

Cemitério ermo. As lápides me encarando, chamavam meu nome. Minha cova previamente feita me aguardava ansiosa.

Não há quem se importe, ninguém ousa comparecer, aliás, não mereço presença. Nenhuma viva alma sentirá minha falta.
A terra me esmagando, a luz se já não me alcança, a esperança já me abandonara.
Após ser enterrado percebo que devia ter partido mais cedo. Devia ter livrado o mundo de mim há mais tempo.
Só peço que não se esqueçam de mim, do quanto me sacrifiquei por vocês, da vida que desperdicei por amor.
Será que tudo isso valeu a pena? Tarde demais para descobrir. Agora só me resta apodrecer.

21/06/11 – 23h11min

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Fuga da mente, viagem da alma



Para mim, pessoas são como presentes. 
De nada vale a beleza da embalagem se não houver um conteúdo aproveitável. 
Há aqueles que se gabam da pompa e dos adereços supérfluos de seu exterior, mas não tem nada do que, realmente, se orgulhar. 
Por dentro não passam de pobres caixas vazias...
Enquanto vocês procuram algo de importante para suas vidas, eu me apaixonei por um pequeno envelope. 


Simples. 


Apenas com um pedaço de papel amassado dentro, que dizia: “eu te amo”. 
O melhor presente que eu poderia querer. 
Teu amor.
                       .
                             .
                                         . 
                                                                               .                       .                                                                                  
           
16/05 – 14h20min

sábado, 7 de maio de 2011

Amar dói





Eu já amei uma vez, mas isso faz muito tempo. Ainda me lembro do frio na barriga ao ouvir o telefone tocar, do suor nas mãos ao te ver de longe, do olhar tímido que você insistia em me dar.
Quando nós nos amávamos o amanhã nunca chegava... Demorava mais de uma vida. Porém, quando finalmente chegava, nós chorávamos pelo ontem não voltar mais.
Ainda amo, ainda fiel e tolo como sempre. Um prisioneiro voluntário em minha própria cela de cegueira. Acredito no amor, mas tento não crer no que faço por ele.
Amor é uma hipocrisia passional, pois num dia vemos e rimos daqueles que alegam amar, e no outro sofremos nas mãos do mesmo sentimento.
"Amor". Quatro letras. Várias faces. Um significado (até hoje desconhecido).

sábado, 2 de abril de 2011

Chegue logo, por favor...




A gota de suor escorrendo por meu pescoço denuncia minha insegurança. Meu pé batendo, minhas mãos tremendo e meu coração acelerando.
Olhar para meu relógio tornou-se um cacoete estressante. Os minutos passam, acarretando as horas, e, com elas, os dias.
As pessoas na rua riem abertamente da minha cara patética e esperançosa de que, um dia, meu amor chegará. Mas ela não chega... O Sol cortando os céus, as sombras o seguem, o tempo passa tão depressa que consigo acompanhar seu movimento.
Tenho vontade de chorar, mas até mesmo as lágrimas se foram, fugiram. Minha boca seca deseja beijar a sua e meus braços trêmulos anseiam em te envolver.
Mas você ainda não chegou e nem nunca virá. “Por quê?" É o que eu quero saber.

02/04/11 – 15h38min

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mais velho!



Sim, é meu aniversário. Num momento oportuno me pego refletindo na vida. Um devaneio distante me acomete.
Sentado em meio ao silêncio absoluto eu vago sem rumo pela escuridão infindável de minha mente. Nessa vastidão eu percebo quão efêmera minha existência é nesse mundo.
Quão fina é a corda da forca que nos mantém unidos e compartilhando dessa mesma vida.
Temos certeza de DUAS coisas:

Primeiro: a vida acaba, sua finitude reflete em nosso olhos, em nossas almas e em todos aqueles que aos poucos passam a se ausentar de nossas rotinas. A ampulheta não perdoa, ninguém.

Segundo: uma única força prevalece em meio a tanta perda e sofrimento. Derruba as barreiras do tempo, da distância e, até mesmo, da morte. Esse ponto de esperança não conhece limites, pois deles não necessita. Essa força é, também, o motivo dessa consciência de nossa efemeridade não nos afetar.
Essa força sobrenatural é o amor.

Saindo desse momento de reflexão profunda vejo que meus pensamentos sobre a vida fedem, literalmente, pois todo esse raciocínio surgira enquanto eu estava feliz e satisfeito sentado na privada aliviando essa pressão dentro de mim!

28/03/11 – 22h36min

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O que você representa



Não quero e não vou errar com você assim como errei com tantas outras. Você não é apenas uma qualquer, você é tudo, você é a prova viva de que Ele é o maior artista de todos; pois veja o que ele criou... Com as ferramentas mais precisas e habilidade sublime te fizera, perfeita.
No início pensava como foi bom ter te conhecido e ser seu amigo. Agora eu me pergunto e me arrependo de ter demorado tanto para te conhecer.
Quando vejo casais, felizes e apaixonados, juntos... Meu estômago dá voltas, mas não por nojo, por inveja. Até hoje só demos um abraço. Um abraço. Não estou pedindo para fazermos nada além disso, pois aquilo pra mim foi o suficiente para ser transportado para um nirvana. Na hora não me importei com as circunstâncias, o fato de estarmos de uniforme escolar e mochilas, atrasados para uma prova.
Se eu precisasse de uma prova todo dia para te dar um simples abraço eu não me importaria em pegar recuperações pelo resto da minha vida...
Só ter te envolvido em meus braços já avançou várias posições na minha lista de “melhores momentos da minha vida”. Pode não ter sentido, mas meu coração espancava as paredes do meu peito como um prisioneiro prestes a se libertar. Aliás, pode não ter sentido nada, só um abraço sincero de um amigo, mas para mim aquele foi toque de Deus em pessoa me dizendo: “é essa, meu filho!”.

21/11/10 – 15h06min

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Não há finais felizes






As flores que te dei já apodreceram, nossas fotos juntos estão mofadas e meus olhos ainda estão cheios d'água.
Justo o que eu pensava ser para sempre acaba de morrer. Justo o Amor.
Minha vida é apenas uma sequência interminável de decepções e mágoas, que aos poucos se acumulam.
Não sei amar outra pessoa e continuar amando a mim mesmo. Quando amo, amo apenas um. Em meu coração não há espaço para mais de um amor. Eu não me amo desde o dia que vi teus olhos pela primeira vez.
Você foi meu amor... E temo que ainda seja.
Enquanto isso... Não sou, jamais fui e nunca serei o seu. Sei disso.
Essa consciência me consome de tal forma que quero me atirar no rio onde meu amor foi afogado. O rio onde todos os mau-amados estão boiando mortos. Um rio de águas frias, calmas e traiçoeiras. Um rio de lágrimas. Minhas lágrimas.
Vou me afogar no que eu mesmo criei, idealizei e acreditei.
Você.

31/01/2011 - 18h27min

domingo, 16 de janeiro de 2011

Buried Alive




My own feelings are smothering me. They are tightening my chest ‘till the day I won’t be able to breathe any more, the day my heart will stop beating. I’m always surrounded by doubts, fear, possibilities, desires, needs and responsibilities. But most of the times I just throw all of this things away and start thinking about life, how wonderful life could be, how great it would be if I were at her side all the time.
If only I could hold her right now… But I can’t. This emptiness is crushing me down, like I’m inside a coffin been buried with tons of dusty regrets.
After I’ve dug my own grave and locked myself into this box, my fate fill the hole with dust, dirt, shame, ignorance and broken hearts – one among them is mine.
Destiny has become my enemy and love has become my hideout from life and all the shitty things in it. I struggle to feel her, hold her hand and kiss those glamorous lips… But life is not that simple. I’ve got to deal with it the way it is. Unfair, cruel, evil and dark, that’s how life is. I need her to light up things for me, ‘cause I can’t face this alone.

01/16/2011 – 15:42

domingo, 9 de janeiro de 2011

Você existe?



Essa é uma pergunta que eu não posso responder sozinho.
Eu tenho medo de nunca mais ver beleza em outra pessoa, medo de jamais enxergar pureza em outros olhos, medo de nunca mais amar outra mulher.
Eu sou a solidão à procura de uma companhia, um preso procurando um motivo pra escapar, um louco à busca de uma razão para não se curar.
Mesmo diante de meus olhos, não te vejo.
Porém quando não há nem sinal de você, sinto sua presença, seu perfume, seu toque.
Estou doente? Delirando? Não, e não.
Estou apaixonado, entorpecido com o amor.
Você é uma lente que borra a nitidez da minha vida e só foca meus olhares em ti.
Dói viver com a culpa de ter feito algo errado, mas não se compara com a angústia de nunca ter tentado.
Cadê você? Eu preciso de você.
Volta! Eu te amo.

26/10/10 – 01h06min

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Saudade




Saudade não é lembrar do que “foi” e lamentar o que “não é”.
Saudade é pensar no que “está sendo” e imaginar o que “será”.

04/01/2011 – 23h19min

domingo, 2 de janeiro de 2011

Sorte no Azar



O jogo não depende de quem dá as cartas, mas sim de quem faz a jogada.
É preciso rolar os dados e torcer, pois nada na vida é certo. É como ganhar duas vezes seguidas numa roleta de cassino, é como participar de uma roleta-russa e sair vivo.
Você define sua própria sorte, é só escolher se quer tê-la ou não.
Agarre-a com tudo que puder, pois chances na vida são várias, mas oportunidades de conhecer alguém incrível como ela só tem uma.

23/11/10 – 08h47min

(PS: Mais tarde nesse mesmo dia, pedi a garota dos meus sonhos em namoro... *-*)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Nada de Champagne nesse Reveillon





Todos fazem promessas para o ano que se aproxima, todas fúteis e terrenas, como: emagrecer, arrumar um emprego, arrumar um companheiro...
Eu não prometo nada. Nada que eu não possa cumprir, nada que me acorrente a um compromisso. Quero começar o ano de cabeça fresca.
Pensando bem, tem uma coisa que eu prometo e juro que farei o melhor para honrar essa dívida. Prometo fazê-la feliz, não só e 2011, mas para o resto de sua vida.
Não poderei comemorar a despedida do ano ao seu lado... Você viajou e me deixou aqui sucumbindo em minha própria solidão.
Volte logo, por favor, quero brindar nosso amor, pode ser até mesmo de taças vazias, mas quero celebrar ter te conhecido. Comemorar o dia em que, realmente, abri os olhos para a vida, e vivi! Até o ano que vem.
Eu te amo.

30/12/10 – 15h22min